EDUCAÇÃO FINANCEIRA

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Uma pesquisa feita em 2014 pelo Global Financial Literacy Excellence Center com 150 mil pessoas em 140 países procurou medir o grau de educação financeira mundial. Os dados mostram que, no mundo todo, a cada 3 adultos, 2 são considerados analfabetos financeiros. No Brasil, isso não é diferente. Apenas 35% dos adultos pesquisados responderam corretamente às questões propostas no estudo, colocando nosso país na 74º posição no ranking global, atrás de alguns dos países mais pobres do mundo como Madagascar, Togo e Zimbábue.

 

Em março de 2016, chegamos a ter 60 milhões de brasileiros com contas em atraso, representando quase metade da população adulta do país. Os efeitos da falta de planejamento e organização financeira comprometem ainda de forma significativa a qualidade de vida das pessoas, independentemente do tamanho da renda. Vários estudos demonstram que dívidas contribuem para agravar problemas de saúde como stress e depressão, conflitos familiares e conjugais, queda de produtividade no trabalho, além de ser um dos fatores que mais motivam a evasão de alunos do ensino superior.

 

Estes dados do cenário mundial e do Brasil revelam o alto preço que pagamos hoje por decisões tomadas sem a devida reflexão e uso racional dos recursos. A educação econômica e financeira amplia a consciência sobre como tomar boas decisões que envolvam recursos finitos como o tempo, sendo o espaço da escola extremamente propício para despertar a consciência e conhecimentos acerca da temática.

 

Neste sentido, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada recentemente pelo Ministério da Educação (MEC), incluiu a Educação Financeira entre os temas transversais que deverão constar nos currículos de todo o Brasil, devendo o tema ser incorporado às propostas pedagógicas de estados e municípios. A iniciativa do projeto, apesar de ser anterior a homologação, está alinhada ao estipulado na BNCC, possibilitando o estudo da Educação Financeira como tema transversal, não restringindo a sua utilização em uma única matéria.

 

 
PALESTRAS: JOGOS DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA
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Apresentando dicas e estratégias sobre as formas de investir de maneira consciente e com bons resultados, a especialista em educação para sustentabilidade, Andy de Santis, esteve como palestrante no Seminário “Jogos de Educação Financeira – Avanços e Estratégias”, mostrando os caminhos para empreender e otimizar os recursos financeiros seja em curto, médio ou longo prazo. Veja abaixo as palestras referentes aos jogos Piquenique e Bons Negócios e vamos jogar!

 

 

 
PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS
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Os jogos receberam o Selo ENEF 2018, que reconheceu iniciativas que contribuem para disseminar ações alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira, segundo critérios estabelecidos pelo CONEF.

 

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Em novembro de 2018 o projeto de Jogos de Educação Financeira Piquenique e Bons Negócios foi o vencedor do 2º Prêmio Cubo de Ouro na Categoria "Melhor Projeto Social Geek", promovido pela Sintonia Geek Magazine. O anúncio foi feito durante a Megacon 2018, em Curitiba/PR.